segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Revoltas

Encarcerado na angústia
O presente me deprime
A falsidade me agride
O cristianismo me revolta!

Uma ferida eterna na alma
O suicídio constante na cabeça
Olho pra todos os lados
É sempre o mesmo Dejà vu

Cercado pela solidão da vida
Habitando um esqueleto como casa
Detruindo alguns sentimentos

Apenas grito na minha cara
Cada vez mais me convenço
Tão descartável como tantos!  

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